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Grato.

George Beverly Shea partiu para a Glória.

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George Beverly Shea, 104 anos, foi um dos maiores nomes da música gospel americana. Acompanhante do Reverendo Billy Graham em suas gigantescas cruzadas, George era um puro servidor do evangelho. Com a sua tenra qualidade vocal, edificava multidões quando se aproximava dos microfones e entoava canções como "How great thou art" ou "Quão grande és tu", " I'd Rather have Jesus" e "The love of God is greater far". Dono de um barítono inigualável, George Beverly Shea cantou pela primeira vez em 1943, na presença de Billy Graham, em um programa de rádio em Chicago. Através das canções entoadas por este arauto, o evangelho foi proclamado em diversos continentes, atingindo milhões de pessoas.

Beverly Shea recebeu 10 indicações ao Grammy, um Grammy Award em 1965. Participou do Hall da fama da radiofusão religiosa e foi membro do Hall da fama da música gospel nos EUA.

A seguir, o Rev. Billy Graham citou algumas palavras para descrever como era o seu companheiro de evangelho:

“Eu o conheci enquanto estava em Chicago, na Rádio Moody”, disse Billy Graham. “Como um jovem começando o meu ministério, perguntei-lhe se não queria juntar-se a mim. Ele disse que sim e há mais de 60 anos, tivemos o privilégio de ministrar juntos em todo o país e ao redor do mundo. Bev foi um dos mais humildes, um dos homens mais graciosos que já conheci e um de meus amigos mais próximos. Eu o amava como um irmão. Minha oração por sua esposa, Karlene, e seus filhos, Ron e Elaine, é que Deus possa fortalecê-los durante este tempo”.

Na sua grande trajetória, cerca de mais de 60 anos de ministério, George teve a oportunidade de cantar em corais de igrejas, cruzadas, rádios e participar de programas de televisão, sempre levando o evangelho de Jesus Cristo. Com mais de 70 álbuns gravados de música sacra, George Beverly Shea é um exemplo de vida dedicada ao ministério do evangelho. Ele passou os seus últimos dias aqui na terra lúcido, falando de Cristo e aos 104 anos, Deus desejou ter um encontro especial com ele, um encontro de glória. 



 

Bodas de Prata no Namoro.

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Autor: Nova Geração.

Estamos vivendo um problema que não lembro de ter lido algo parecido na história e, como tudo que é novo a igreja demora anos para assimilar, não estamos sabendo tratar o assunto como deveríamos.
Estou me referindo aos namoros de hoje.

Os jovens, ou melhor, os adolescentes estão começando os namoros mais cedo. Os meus pais começaram a namorar com 16 anos, o meu primeiro beijo foi dado com 14 e hoje já é comum ouvir entre os adolescentes que o primeiro beijo foi dado aos 10 anos.

Nem quero entrar no âmbito da precocidade dos adolescentes, que isso é uma outra questão a se tratar.
O problema não está apenas no começo do namoro, mas também no fim dele. A nossa sociedade capitalista e triunfalista nos formatou da seguinte forma: o certo é casar depois que a vida estiver estável financeiramente. Os meus pais se casaram com 19 anos, a minha geração se casou com 25 e agora a maioria está se casando com 28, 30 anos.

Está posto à mesa um problema que não se viu antes, a fase de namoro de uma pessoa deu um salto de 4 anos a 20 anos em pouco mais de uma geração. Logo vamos falar em bodas de Prata no namoro.
E quanto a nós, cristãos conservadores, que acreditamos que o sexo é para o casamento?

Um adolescente recebe, desde os 10 anos, uma carga grande entre os amigos para namorar, ouve na igreja para se abster do sexo e ouve dos pais para nem pensar em casar antes de se formar na faculdade.
Soluções como a proibição dos pais ao namoro até certa idade já se mostrou apenas um combustível altamente inflamável para os adolescentes. A proposta dos líderes de jovens para um namoro sem nenhum contato físico, a corte, não foi aceita pela maioria e acabou gerando muitos fariseus legalistas e mentirosos entre seus membros.

Em uma coisa acredito que todos concordam, no "carro chamado intimidade" no namoro não existe marcha ré.

A pergunta é: o que se deve ensinar para esta geração chegar ao casamento sem transar?
Tenho viajado o Brasil todo, ouvido e visto de tudo.
A maioria prefere ignorar o problema e continuar falando genericamente do assunto, outra parte quer ensinar baseado em um pecado: o medo.

Colocam medo nos adolescentes, além de mandarem para o inferno os que caíram, gastando horas mostrando que as meninas podem engravidar, pegar uma doença fatal, e a mais usada, pode criar traumas que irão carregar para o resto de suas vidas. Todas essas conseqüências eu acho que são reais e devem ser expostas, mas não acho que isso vai impedir alguém de transar na hora que a coisa esquenta. Pois a camisinha e os psicólogos já foram inventados.

João falou em sua carta que "no amor não existe o medo, antes o perfeito amor lança fora o medo".
Estamos falhando, porque a solução não é o terror e nem o medo, é o amor.
Acredito fielmente que a tarefa quase impossível de se guardar para o casamento não é conquistada por mais ou menos leis, por medo, mas sim por amor a Deus.

Se nós nos aproximarmos de Deus de tal forma que nos relacionemos com Ele como amigos íntimos, entenderemos o que Ele fez na cruz por nós. Aí sim começaremos a entender que não temos que obedecer a bíblia para não ir para o inferno ou para não receber castigo de Deus, mas sim porque amamos e somos gratos para com aquele que nos salvou.

Alguns podem até cair, pois nem sempre permanecemos focados em Deus, mas assim que o Espírito nos lembra do evangelho, voltamos a querer, acima de nossas vontades, agradá-Lo em gratidão.
Acredito que uma boa conversa preventiva, uma boa educação em casa e na igreja ajudam, mas acredito fielmente que a boa conduta de alguém está baseada no amor e na gratidão de uma pessoa que foi salva por Cristo.
 
Texto Original: Portal Amo Família

Blogando e Edificando.

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Hoje alguns comemoram o dia do blogueiro. Ora, não há data 'certa' para tal festividade, mas já que muitos blogueiros se mobilizam no dia de hoje (20/03), estarei postando um texto especial sobre a força que o blog exerce na edificação espiritual de muitas pessoas.

Nós sabemos que a internet nos conduz a lugares que não poderíamos estar fisicamente. Nela encontramos diversos tipos de informações como vídeos, imagens (fotos), notícias, entre outros recursos midiáticos. Porém, não podemos esquecer que a internet é um poderoso meio que podemos, facilmente, propagar a mensagem das boas novas de Cristo.

Sempre gostei de ler e escrever. Em meados de 2008, eu e meu amigo e irmão Edd Carlos de Assis decidimos criar o nosso primeiro blog, onde divulgava notícias e eventos da nossa igreja. Com isso, fui me apaixonando cada vez mais em blogar e sentindo-me satisfeito por poder redigir mensagens, inspiradas pelo Espírito Santo, para exortar e ensinar a diversas pessoas as escrituras sagradas. Através do blog eu poderia atingir milhões de pessoas, de diversas etnias, de diversos continentes e culturas. Eu poderia pregar o evangelho sem estar em um púlpito. 

Lembremo-nos que há muitos países que é complicadíssimo de se pregar o evangelho da salvação, devido as suas ditaduras comunistas, ateístas e idólatras que estão fortemente alocadas nestes territórios. Através deste blog consegui atingir, pela palavra de Deus, pessoas que estãos nestas nações. Muitas vezes cristãos oprimidos por uma ditadura e perseguidos pelo sistema de gorveno de sua nação. 

Ser editor de um blog cristão é ter a consciência do poder que esta ferramenta tem de levar a mensagem das boas novas aos oprimidos pelo pecado e distantes da fé em Deus, entendendo a responsabilidade que temos de sempre manejar bem as escrituras sagradas, tendo o cuidado de não escrever algum tipo de heresias e ensinos bíblicos distorcidos.

Ora, ser blogueiro cristão não é fácil. E ser um blogueiro que preza a apologética cristã é uma tarefa muito mais árdua. Nem sempre teremos comentários positivos. Alguns até agridem com palavras os nossos textos. Qualquer um pode discordar das nossas palavras e ideias. Porém, há outras que elogiam a nossa postura diante dos fatos e do conhecimento bíblico, e muitos destes guardam e aplicam à sua vida as mensagens pregadas neste blog.

Logo, como toda a tarefa que corresponde ao reino de Deus não é fácil, blogar não deixa de se encaixar neste perfil. Contudo, utilizo as palavras do apóstolo Paulo que escreveu à igreja de Corinto dizendo assim: "Ai de mim se não pregar o evangelho." (I Co. 9.16). Precisamos pregar em tempo e em fora de tempo. Em qualquer lugar, para qualquer pessoa. Independente do meio que você utiliza. Mas lembrado que tudo concorra para a glorificação do nosso Deus.

Desejo parabenizar a todos os blogueiros, principalmente os cristãos. Digo a vocês, continuem levando a boa, doce e poderosa mensagem de esperança que só o evangelho de Cristo nos proporciona a salvação de todo aquele que crê. E se você ainda não se tornou um blogueiro, te convido a entrar no nosso time. Faça um blog, escreva mensagens de Deus e seja um arauto de Deus na blogosfera.

A Quem Realmente Estamos Adorando?

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Nestes últimos dias observamos a tão grande apostasia que tem arrebatado diversos cristãos. Estão deixando as escrituras de lado! Estamos vivendo um tempo que muitos estão preocupados em ganhar dinheiro e viver a sua vida do seu jeito e de sua vontade ao invés de estarem prontos a adorar ao Senhor, meditar em suas palavras e viver um cristianismo sério e responsável embasado nas escrituras.

Fiquei chocado, perplexo com o que acabei de ver e ouvir. Chegou ao meu conhecimento que um determinado cantor gospel foi “apresentar-se” em uma igreja evangélica no estado de Goiás, logo, vale salientar que os shows deste cantor/compositor muito famoso são marcados por muita euforia, agitação, pulos e outras animações. Contudo, o pastor desta distinta igreja deu uma ordem no meio da apresentação. Um pastor totalmente educado e respeitando a todos que estavam no local. Este pediu encarecidamente que o público não ficasse em pé ou pulasse enquanto o cantor gospel cantasse. Ora, é possível entender que uma ordem dada por um pastor, o anjo da igreja (Ap. 2.12), sacerdote de um povo, seria normalmente acatada, mesmo que não fosse do gosto das ovelhas. 

Porém, não foi isto que aconteceu. O singer gospel continuou a sua “apresentação” (porque não é um culto a Deus), mas algumas pessoas continuaram a “bagunçar a apresentação”, fazendo com que o pastor finalmente cancelasse o evento. Alguns indignados começaram a vaiar o pastor. Isto mesmo, vaiar o pastor. Pelo amor de Deus, aonde vamos parar com tanta má educação e falta de temor e respeito para com aqueles que Deus levanta para liderar o seu povo?!

Queridos, nesta triste realidade em que vivemos desejo aqui tecer alguns comentários sobre este fato tão polêmico e propício para que possamos observar o que está acontecendo atualmente na igreja brasileira.

1º O pastor sabia qual era o estilo de música e de apresentação que o cantor trabalha: Ele já deveria saber que aconteceria tal euforia por parte das pessoas. Se você escuta uma música agitada, é claro que dá vontade de pular, saltar e gritar. Se você não sente isso é porque você está morto. E imagine em uma igreja com milhares de pessoas aglomeradas em um mesmo lugar. Sou contra em trazer pessoas que estão na mira e no centro da “fama” para cultos nas igrejas brasileiras. Isto só levará a sua igreja, querido pastor e líder, muita gente que não irão adorar a Deus, mas sim, para ver, tirar fotos e pegar autógrafos das estrelas gospel.

2º Uma ordem dada por um pastor deve ser sempre obedecida, mesmo que seja contrária ao nosso comportamento e nossa ideia: Ora, o pastor é o responsável pela nossa saúde e edificação espiritual. A bíblia relata: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros (I Sm. 15.22).” Se não conseguimos nos submeter a um líder escolhido por Deus para cuidar de suas ovelhas, como poderemos obedecer outras pessoas? Até Deus, ficaria difícil de acatar as suas ordens. É preciso nos submetermos aos líderes que estão acima de nós. Porém, vivemos dias em que não se tem mais respeito pelas autoridades eclesiásticas. Logo, tal desobediência é pecado!

3º Estamos adorando a pessoas e não ao verdadeiro Deus: Eu como cristão, devo entender que o culto a Deus no templo, é para Deus e somente para ele. Não comentei que não concordo em trazer pessoas com fama do mundo “gospel” para as igrejas, pois o povo não sabe diferenciar as coisas. Acabam pecando, adorando mais a criatura do que o criador (Ap. 4.11). Devemos tirar da nossa mentalidade que tanto faz ter ou não ter um cantor ou um pregador de renome em nossos cultos, congressos e eventos em gerais. Devemos está preocupado se o Espírito Santo estará presente em nossas reuniões.

4º O que me choca ao ver o vídeo do acontecido é: perceber que muitos ditos “crentes” estão nem aí para o sacerdócio da igreja, o temor ao santo templo (onde Deus habita) e as outras pessoas que desejavam cultuar a Deus através das canções entoadas pelo cantor. O cantor não teve também nenhuma culpa. O maior problema é que o povo que se diz crente, mas não tem educação e temor às coisas de Deus. Querido líder, se você deseja levar um cantor ou pregador famoso aguente as consequências. Ore bastante, ensine ao povo a temer a Deus e escolha uma pessoa com boa índole que irá trazer conteúdo, boa palavra e hinos que glorifiquem a Deus.

Portanto queridos leitores, a realidade da igreja brasileira é calamitosa. A falta de examinar as escrituras tem distanciado o povo da verdadeira vontade de Deus para as suas vidas. Com isso, se deixam levar pelos pragmatismos e intolerância aos valores cristãos. A minha pergunta é: A quem, de fato, estamos adorando?
Oremos para que um avivamento genuíno chegue depressa a igreja brasileira.

Maranata!

5 Maneiras de Orar por Seu Pastor em 2013.

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por Nicholas Batzig
Um dia desses eu recebi uma carta de um médico que eu não conhecia até então. Tendo me dito o quão ele havia sido beneficiado por alguns de meus sermões e artigos, ele continuou e me disse: “Eu oro por você. Eu serei capaz de fazê-lo diariamente agora, e estou certo de que você será ajudado e fortalecido em seu ministério e sua família.” Este foi um enorme conforto e encorajamento para mim. Ao contrário do que algumas pessoas possam supor, ministros do evangelho precisam desesperadamente das orações dos santos. Um de meus professores de seminário costumava dizer ao corpo discente: “Pastores possuem um alvo em suas costas e pegadas em seus tórax.” Esta é uma descrição bastante apropriada das dificuldades que os servos de Deus são chamados para suportar por causa do evangelho. Os dardos inflamados do maligno estão persistentemente sendo atiradas em pastores. Além disso, o mundo está ansioso por atropelá-los em qualquer oportunidade. Isso é, infelizmente, também uma realidade com relação a alguns na igreja.
Com tanta oposição e dificuldade de dentro e de fora, pastores precisam constantemente que o povo de Deus esteja orando por eles. O pastor precisa das orações das ovelhas tanto quanto elas precisam das orações dele. Ele também é uma das ovelhas de Cristo, e está suscetível às mesmas fraquezas. Ainda que haja muitas coisas que se possa orar pelos pastores, aqui estão cinco categorias escriturais diretas:
1. Ore para que ele seja protegido espiritualmente contra o mundo, a carne e o Diabo.
Quer tenha sido a ira pecaminosa de Moisés que levou-o a golpear a rocha (Números 20:7-12), o adultério e o assassinato de Davi (2 Samuel 11), ou a negação de Pedro ao Senhor (Mateus 26:69-75) e a negação prática da justificação somente pela fé (Gálatas 2:11-21), os ministros são confrontados com a realidade da fraqueza da carne, das investidas do mundo e da fúria do diabo (veja este artigo). Tem havido uma pletora de ministros que caíram em práticas pecaminosas na história da igreja, trazendo assim desgraça para o nome de Cristo. Visto que Satanás tem os ministros do evangelho (e suas famílias) trancados em sua mira; e visto que a honra de Deus está em jogo de maneira intensificada com qualquer ministro público da palavra, membros de igreja devem orar para que seu pastor e a família de sue pastor não seja uma vítima do mundo, da carne, ou do Diabo.
2. Ore para que eles sejam livrados dos ataques físicos do mundo e do Diabo.
Enquanto esteve aprisionado em Roma, o apóstolo Paulo encorajou os crentes em Filipos a orarem por sua libertação quando escreveu: “Estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação” (Filipenses 1:19). (Veja também 2 Coríntios 1:9-11).
Quando Herodes prendeu Simão Pedro, nós aprendemos que “havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele” (Atos 12:5). Após uma libertação digna do Êxodo, Lucas nos diz que Pedro apareceu na casa onde os discípulos estavam continuamente orando por sua libertação. Este é ainda outro exemplo do ministro sendo livrado do mal devido, em parte, às orações dos santos.
3. Ore para que portas sejam abertas para eles para que espalhem o evangelho.
Em sua carta aos Colossenses, Paulo pediu à igreja que orasse “para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado” (Colossenses 4:3). O sucesso do compartilhamento do evangelho é dependente, em parte, das orações do povo de Deus. Desta maneira, a igreja participa do ministério do evangelho com o pastor. Embora ele não seja o único no corpo que seja chamado para espalhar a Palavra, ele possui o chamado único de “fazer o trabalho de um evangelista.” Os santos o ajudam a cumprir este trabalho orando para que o Senhor abra as portas “à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo.”
4. Ore para que eles tenham ousadia e poder para pregar o evangelho.
Além de orar para que portas sejam abertas para o ministério da palavra, o povo de Deus deve orar para que os ministros possuam uma ousadia forjada pelo Espírito. Quando escreveu à igreja de Éfeso, o apóstolo Paulo pediu que eles orassem “para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho” (Efésios 6:19).  Há uma história muito conhecida de vários estudantes universitários indo visitar o Tabernáculo Metropolitano para ouvir Charles Spurgeon pregar. A história diz que Spurgeon os encontrou na porta e se ofereceu para mostrar-lhes o lugar. Em determinado momento, ele perguntou se eles queriam ver as instalações do aquecedor (a sala da caldeira). Ele os levou ao subsolo onde eles viram centenas de pessoas orando para que Deus abençoasse o culto e a pregação de Spurgeon. A reunião do povo de Deus para orar pelo ministério da Palavra é o que ele chamava de “as instalações do aquecedor!” Crentes podem ajudar os ministros orando para que lhes seja dada ousadia e poder na pregação do evangelho.
5. Ore para que eles tenham um espírito de sabedoria e entendimento.
Uma das mais urgentes necessidades de um ministro do evangelho é que lhe seja dada a sabedoria necessária para aconselhar, para saber quando confrontar, para mediar e discernir as necessidades pastorais particulares de uma congregação. Esta é uma necessidade que absolutamente abrangente e recorrente. O ministro é confrontado diariamente com os desafios particulares para os quais ele necessita desesperadamente da sabedoria de Cristo. É dito a respeito de Jesus que “o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza” repousaria sobre Ele (Isaías 11:2). Os servos de Cristo precisam do mesmo Espírito. Muito prejuízo é causado na igreja como um todo se o ministro não procede com a sabedoria proporcional aos desafios com os quais ele é confrontado. Aqueles que se beneficiam de sua sabedoria podem ajudar o ministro pedindo para que esta divina bênção venha do céu e repouse sobre ele.

Texto Original: Blog Fiel.

A Politicagem Assembleiana e a Falta de Sensibilidade Espiritual.

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Chegamos a mais um ano eleições para presidente da CGAD. A escolha do novo presidente da convenção geral irá permear nossos e-mails, os sites “gospéis” e conversas por um bom tempo. Isto porque a grande politicagem já é marca registrada deste evento. Contando com duas chapas, esta eleição promete ser acirrada e muito competitiva, como sempre é. Porém, infelizmente este evento traz consigo alguns males para os membros assembleianos. Pois os templos são invadidos por cabos eleitorais e muitas ações políticas que deixam de glorificar a Deus. Já não bastasse os principais pastores e líderes da maior denominação pentecostal brasileira apoiarem veementemente candidatos nas eleições do ano passado, agora, irão realizar os mesmos atos políticos para elegerem o seu candidato preferido.

Não quero me delongar muito neste post, pois o motivo não é polemizar, mas sim, conscientizar os líderes e membros da Assembleia de Deus a realizarem uma eleição justa, transparente e guiada pelo Espírito Santo de Deus. Haja vista que isto não está acontecendo. É triste ver pastores se digladiando em prol de algo que faz parecer tão mesquinho e medíocre. Ao contrário de se unirem para orar e realizarem um grande projeto de evangelização em toda a nação brasileira. Deixo claro que não discordo das eleições convencionais e nem do papel da convecção geral em meio à denominação. Até porque ela exerce uma grande importância para um bom andamento da denominação, e isto é valioso. Mas também não acredito que é essencial e primordial para a igreja ao ponto de realizar algum tipo orientação e crescimento espiritual. Ora, fui criança, adolescente e hoje sou um jovem, com raízes assembleias, mas nunca a CGADB influenciou o meu caráter e a minha vida espiritual, em ambos os sentidos. Se sirvo a Deus há tantos anos não foi porque a CGADB promoveu à minha pessoa qualquer tipo de respaldo, mas sim, Deus, que é infinito e misericórdia nos sustentou até aqui.

O maior problema é este: alguns estão mais preocupados em adquirir títulos aqui na terra do resgatar vidas que estão padecendo por vários motivos dentro e fora da igreja. É certo que em uma campanha eleitoral gaste milhares e milhares de reais. Porém, ao invés de estarem utilizando este dinheiro para o crescimento da evangelização nacional e transcultural, estes valores estão sendo usados de forma equivocada e fora do maior proposito que é ganhar vidas para o reino de Deus.

Lembro-me muito bem que, quando Deus desejava escolher uma pessoa para torna-lo líder, ele mesmo ou um profeta anunciava a sua consagração para a determinada tarefa que Deus havia proposto. E em tempos passados, recordo-me que os líderes assembleias eram escolhidos através de muita oração e jejum, pois o Espírito Santo os concedia entendimento e sabedoria para escolher tal pessoa a exercer um cargo ou ministério na igreja. Ao exemplo de Davi, os profetas Samuel e Jeremias, Moisés e outros homens que Deus os levantou para guiar o seu povo. Será que está faltando sensibilidade espiritual nos líderes assembleianos para escolherem um líder maior ou é mais fácil colocar uma pessoa no poder através de seus próprios interesses.

Logo, que o Senhor Deus, durante este processo eleitoral, proteja a igreja brasileira de escândalos, dissensões e esfriamento espiritual. E que o pastor eleito presidente da CGADB seja guiado e vocacionado por Deus para exercer as suas funções com sucesso.
“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.” 1 Pedro 5:2-4

Edcleyton Souza

Um Pensamento sobre Igreja.

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Quando nos tornamos membro de uma igreja, estamos dando as mãos uns aos outros para conhecermos e sermos conhecidos uns pelos outros. Concordamos em ajudar e encorajar uns aos outros, quando necessitamos ser lembrados da obra de Deus em nossas vidas ou quando precisamos ser exortados a respeito das grandes discrepâncias entre o nosso falar e o nosso viver.

Precisamos desistir de tentar viver a vida cristã sozinhos. Precisamos, individualmente, viver em aliança com outros para seguirmos a Cristo. Os cristãos têm de parar de ser egoístas em seu entendimento da vida cristã. A vida cristã não se resume em você e naqueles aos quais você procura alcançar com o evangelho. Deus também tenciona que você seja parte comprometida em ajudar a fazer discípulos do rebanho que Ele já salvou.

- Mark Dever, em Nove Marcas de Uma Igreja Saudável

Fonte: Voltemos ao Evangelho (Facebook)

"Só Presto Contas a Deus".

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Por Augustus Nicodemus.
                                                                                                                                                                                                       
                                                                       Esse é o pensamento do evangélico típico de nossos dias.



Quando fui perguntado recentemente por alguém sobre a maior necessidade da igreja evangélica no Brasil não tive dúvidas em responder que é o exercício da disciplina bíblica. Sei que existem igrejas que disciplinam seus membros e líderes e até cometem abusos nisso. Mas creio que já se tornaram a minoria. Na minha avaliação, a grande maioria das igrejas de todas as denominações não exerce a disciplina eclesiástica sobre seus membros e líderes, ou quando o fazem, o fazem de forma equivocada, arbitrária e sem levar em consideração os ensinamentos das Escrituras sobre o assunto.



Para mim esse assunto é relevante, pois a disciplina da Igreja tem como alvo manter a sua pureza e restaurar os faltosos, e se constitui numa das marcas da verdadeira Igreja de Cristo. Onde os pecados passam impunes, os faltosos não são repreendidos, corrigidos e restaurados, onde os líderes cometem pecados públicos claros e não dão conta a ninguém de seus atos, poderá estar ali a verdadeira Igreja do Senhor, pela qual ele derramou seu sangue precioso, em busca de um povo puro e santo?



Para mim, tudo começa pela absoluta falta de dar conta de seus atos que caracteriza líderes e membros das igrejas. Ninguém se sente devedor a ninguém, senão a Deus – esquecendo que foi o próprio Deus quem instituiu a disciplina eclesiástica como instrumento do seu desejo de manter a Igreja pura e restaurar os caídos. Isso é claro especialmente no caso de líderes que construíram seu império eclesiástico e que não se encontram debaixo de qualquer pessoa ou grupo que poderia corrigi-los e discipliná-los em caso de falta. Pecam impunemente em nome do perdão e da tolerância divina.



As próprias igrejas não exercem a vigilância, o zelo e o cuidado que deveriam para com seus membros faltosos. Preferem ocultar os pecados cometidos ou exercer algum tipo de restrição que mal pode ser reconhecida como disciplina. E os membros – não se sentem obrigados a prestar contas de seus atos às igrejas que freqüentam e portanto, em caso de serem argüidos de seus pecados e erros, não se sujeitam e não acatam qualquer medida corretiva e simplesmente mudam-se para outra igreja.



Na minha opinião, é um estado caótico de coisas, que compromete a imagem dos evangélicos diante do povo, que toma conhecimento do comportamento irregular de líderes e crentes pela mídia. Juntamente com a crise de identidade e doutrinária, a falta de disciplina contribui para o agravamento da situação de UTI em que a igreja evangélica brasileira se encontra.